
Junho das festas! Junho dos namorados! Junho dos folguedos! E por que não, junho das saudades...
Tu és DIVINA e graciosa...

Algumas valores nos chamam a atenção e marcam determinadas pessoas. O reconhecimento é um deles. Esta semana fui alvo de um gesto de reconhecimento de alguém, que por ser inesperado, ganhou maior significado para mim. Há pessoas que são como os pequenos miosótis, que de tão simples, muitos não vêem a sua beleza, que é latente, mas despercebida. O valor dessas pessoas está justamente no ocultamento de sua competência, que aflora quando instigada. Por esta razão, muitas vezes são injustiçadas.
Meu gesto, minha ação foi simplesmente acreditar no potencial desse alguém, por mais de uma vez, e confiar em seu poder de produção. Poder que lhe foi conferido pela academia (USP ou PUC, não me lembro), legitimado por um diploma de Mestre e por um trabalho desenvolvido na Universidade com seus alunos que atestam isto.
Este ser, como poucos, escreveu-me palavras tão generosas, eivadas de tanto carinho e amabilidade que me deixaram emocionada. Acho que ficamos mais sensíveis com o passar dos anos... A bem da verdade, este reconhecimento tão puro, quanto sincero, massageou meu ego, encheu meu coração de alegria e causou-me muita emoção... Fiz tão pouco! Apenas acreditei no ser humano e no profissional. Dei-lhe somente uma oportunidade de pôr em prática os seus saberes! Nem sabia das suas necessidades... Mas, com certeza, fui instrumento de Deus em sua vida e isso me deixa muito gratificada. Que eu possa sempre oportunizar às pessoas uma forma de mostrarem o que são capazes de fazer.
O nome é bonito, não? Pois é! Que inveja boa sinto das pessoas que têm essa qualidade. Aproveitam tempo para tudo. Comentam sobre variados temas. Encontram bons motivos para escrever... Acho que preciso, a essa altura do campeonato, fazer um curso ... Preciso escrever mais, devo ser menos exigente comigo mesma, não me preocupar tanto com o que vão dizer dos meus textos, me "policiar" menos...
Comentava há poucos dias com uma amiga, que por ser professora da área de Linguística, muitas vezes, me sentia bloqueada para escrever. Isto é, no mínimo, paradoxal! Mas, é verdade! E não é, que " de repente, mas que de repente", estas reflexões serviram de tema para este simplório texto?
Pois é, "Mané Gabrié", como brincava meu saudoso pai. Quero libertar-me deste caráter de seriedade, que muitas vezes imprimo em meus textos. Quero falar de assuntos banais, usando a linguagem que me dê na "teia". Quem sabe até, agrade mais?
Até o próximo texto, meus pacientes e queridos leitores. Vou tentar ser "versátil", por que não?
Há vários e incontáveis motivos para o estabelecimento do silêncio!
Silenciar pode ser uma opção de coexistência. Uma forma de se introjetar no âmago de sua alma para as reflexões mais puras, para os questionamentos mais íntimos ou para ouvir a voz de seu interior, que intimado, responde aos anseios daquele que busca a completude de suas indagações.
O silêncio, mesmo carregado de plurissignificações, paradoxalmente, reveste-se de contornos indecifráveis, que suscita, muitas vezes, interrogações. Em alguns momentos, chega a incomodar . Em outros, pode se transformar em "uma espécie de substância secreta que abre caminho à expressão", como afirma Novaes, em "O silêncio dos intelectuais"(2006).
Por que silenciamos? Por não termos o que dizer? Por termos muito o que dizer e não saber fazê-lo? Ou por não podermos exteriorizar o que nos oprime ou nos angustia? Como dissemos anteriormente, muitas são as causas do silêncio... Há o silêncio imposto como forma de dominação ( velhos e negros tempos) ... Há o viés do silêncio conivente... ( que triste constatação!) Há também, o silêncio contemplativo, quando o ser humano reflete sobre o mundo e tira determinadas conclusões. Mas, há um silêncio muito nosso, muito particular, quando calamos porque a tristeza toma conta de nós e são as lágrimas o código maior para expressar nossos sentimentos... E aí, gente, são os fios do silêncio enredados pelos próprios acontecimentos da vida. É nessa hora, então, que um outro silêncio se instaura e nos remete a uma interlocução maior: o diálogo com Deus, na esperança de que o percurso gerativo de sentidos se estabeleça e preencha os nossos vazios...
Bem, mas não é minha intenção aqui falar sobre o silêncio, nem teria competência para tal, pois existem teses e ensaios brilhantes sobre este tema! Porém, a verdade é que fui instigada, convidada por amigos leitores a "dar o ar da minha graça" neste espaço onde registro minhas experiências, expresso meus sentimentos e revelo minhas verdades.
Embora tenha consciência de minhas limitações ou do pequeno grau de literariedade dos meus escritos, não posso negar que fiquei feliz ao saber que o silêncio no meu blog foi percebido. As razões não importam. O interstício voluntariamente efetivado ( ou involuntário?) foi um discurso silenciado, lido por bons amigos que, generosamente, visitam meu blog e que, certamente, fizeram leituras, indagações ou tiveram qualquer outra reação. Volto, timidamente, mas volto. Como já disse o grande José Américo, "ninguém se perde na volta".
Afinal, de uma coisa tenho a certeza: o silêncio fala mais do que cala.
Não pode haver amigos maiores para mim, que minhas duas filhotas e meus dois filhos. Eu os amo muito.
Hoje, dia do amigo, continuo contando com vocês para tudo. Que possamos estar sempre unidos e felizes.
Enquanto eu estiver VIVA, farei o que puder por TODOS, sem exceção. O que mais quero é vê-los felizes. Esta é a maior riqueza! A alegria de vocês é a minha. O sucesso de vocês é meu também. Glória a Deus pelo que somos e pelo que temos.
É preciso continuar alimentando a nossa FÉ. Vamos dizer, sempre que puder, DEUS... e ele nos proverá de todas as coisas.
Deus age em nossas vidas. Portanto, louvemos a Deus por tudo!
Ganha mais aquele que perdoa do que aquele que é perdoado. Eu acredito realmente nisso.
Ser professor, vale a pena sim! Pelo prazer de caminhar em busca de objetivos comuns. De partilhar com o outro conhecimentos e experiências. Mais ainda, por contribuir para a construção da cultura do saber social.
O saber se renova e as idéias serão sempre ativas quando se exclui da imaginação criadora, a mera improvisação e acrescenta-se a curiosidade que é o interesse por tudo que pode transformar-se, um dia, em conhecimento.
Qualquer um pode ter um blog. Verdade. Mas com esse nível, somente este. Bjs
(Por Dedê, 16.04.08)
Quanto mais lhe conheço, mais lhe respeito. Não tenho a menor sombra de dúvidas acerca do porque da sua VIDA VITORIOSA. Você é um grande exemplo pra todas nós.
(Por Cristiane Nepomuceno, 15.04.08)
Adorei o seu blog: é a sua cara. Quanta luz! Uma mulher iluminada que esbanja energias, compromisso, alegrias. Fico feliz de aprender um pouco mais contigo. Bjs guerreira.
(Por Nerize, 14.04.08)
Divanira Arcoverde, uma segmentação
Como escrever sobre alguém que busca em cada próximo a força necessária para viver, alguém que ao tombar nas trevas, elevou sua grandiosa força a mais significante e sublime aproximação do amor de Deus, dádiva da natureza a mais pura significação do viver! É uma batalhadora permanentemente. É um escudo, uma fortaleza, uma multiplicação, uma extrapolação digna dos mais afáveis conceitos, uma criatura que caminha entre a realização digna do que lhe é confiado e o prazer de estar caminhando, uma poetisa no anonimato. É, sem dúvida, o silêncio pouco a pouco sendo exaltado, solicitado, reverenciado. É uma permanente lógica sequenciada pairando nessa imensa reta - a vida - na esperança de dar a outras vidas a msior de sua importância.
Desfechá-la seria um absurdo. Apenas com o meu lápis, este escudo lhe grafo algumas palavras...
Divanira, UMA SEGMENTAÇÃO.
(Por Gilma Souza da Silva)
Uma homenagem a uma grande mulher, mãe, avó, profissional, amiga, companheira...